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História
A Orquestra de Sopro Eintracht nasceu a partir de integrantes do grupo de danças oficial. A ideia de lançar um grupo instrumental surgiu na Oktoberfest de Blumenau/SC, em 1992. Sete integrantes com base musical – acordeon, trompete, clarinete, saxofone, trombone, bumbo e caixa – se uniram em uma “bandinha” para o desfile típico.
No ano seguinte, em agosto de 1993, é fundada a “Eintracht Blaskapelle” – a Orquestra de Sopro Eintracht – mais caracterizada pela música da cultura alemã, algumas vezes acompanhando as apresentações do departamento de danças, mas também representando a entidade em eventos diversos.
O fundador e coordenador deste departamento, até hoje, é José Roberto Lenhard e o primeiro regente foi Airton Guilherme Grave. Desde o princípio, o trabalho é voltado para os jovens estudantes de música.
Em 1994, a “Eintracht Blaskapelle” fez sua primeira viagem internacional, apresentando-se em Montevidéu, no Uruguai.
Em 1996, a Eintracht mudou o foco do seu trabalho. A partir de então, passou a buscar a formação dos grupos de instrumentos de uma orquestra de sopro e, para isso, foram convidados novos integrantes, principalmente do Vale do Sinos. Também o trabalho técnico musical foi qualificado e a orquestra passou a desenvolver um repertório mais diversificado.
Entre os novos músicos, passou a integrar a Eintracht o trombonista Lincoln da Gama Lobo que aceitou o desafio de comandar o trabalho técnico do grupo e, assim, tornou-se o regente da orquestra. O grupo reunia-se para ensaios no auditório do Colégio Santa Teresinha (www.santa.g12.br/site) e no Colégio Sinodal Tiradentes (www.sinodaltiradentes.com.br), em Campo Bom.
O ano de 1996 foi marcado por duas importantes apresentações. A primeira foi o Encontro de Orquestras do Vale do Sinos, oportunidade para o reconhecimento da mudança de enfoque do trabalho e para a visibilidade junto aos músicos da região. E ainda, do primeiro Concerto de Natal, na Catedral Basílica São Luiz Gonzaga, de Novo Hamburgo/RS.
Estes dois concertos marcaram os primeiros de uma série ininterrupta de momentos de emoção junto à comunidade, sempre com a participação de grupos corais da região.
Os anos que se seguiram consolidaram a nova metodologia de trabalho, com o investimento em arranjos de qualidade e o incentivo a arranjadores locais, com obras especialmente feitas para a formação da Eintracht.
Dando prosseguimento a essa nova fase, em 1998, a Eintracht participou do concerto no 11° Seminário de Música de Montenegro, com a participação da solista Olinda Alessandrini (http://pt.wikipedia.org/wiki/Olinda_Allessandrini) ao piano.
Esse concerto foi histórico já que marcou o início da participação de convidados para os espetáculos. Ainda no mesmo ano, a Eintracht realizou o primeiro concerto no Theatro São Pedro, na capital gaúcha, com a participação de Olinda Alessandrini e grupos corais, mostrando um repertório natalino.
No ano seguinte, no 12° Seminário de Música de Montenegro, a Eintracht acompanhou pela primeira vez solistas internacionais: o trombonista Brett Shuster,(http://www.trombone-usa.com/shuster_brett_bio.htm) dos Estados Unidos, e o primeiro trompista da Orquestra Sinfônica Brasileira, Zdeneck Swab, da República Tcheca.
Ampliados os objetivos e a estrutura, além da expansão natural que se seguiu ao trabalho, o Centro Cultural Eintracht precisou buscar novas bases de sustentação para viabilizar a Orquestra de Sopro. A entidade encontrou o apoio do Ministério da Cultura e da Secretaria Estadual da Cultura, com a apresentação de projetos de concertos comunitários, com entrada franca, validado por empresas parceiras, através do benefício das leis de incentivo à cultura. Assim, no ano 2000, em 6 de novembro, estreia o primeiro concerto do projeto “Música nas Comunidades”, na cidade de Lajeado.
O projeto mantém-se até hoje, levando concertos da Eintracht a diversas cidades do estado, sempre com entrada franca e a participação de convidados especiais que, agora, são músicos instrumentais, cantores, grupos de dança, corais entre outros.
A nova filosofia da orquestra segue a de promover de concertos diferenciados, com características de espetáculo, unindo variados gêneros musicais, projeções de luz e imagens, buscando surpreender as plateias.



